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Está é a página mais dinâmica do My Other Places: Japan #5.

Japan #5

A quarta página do episódio Japan do My Other Places apresenta um novo ambiente: um mosteiro.

Japan #4

A tarefa que foi dada à personagem principal na página anterior, varrer o pátio, só agora se percebe. Aparentemente cumpre-se rapidamente, mas há um factor inesperado: o vento, que acaba por abrir o portão do mosteiro.

My Other Places: Japan #3

A terceira página do episódio Japan do My Other Places é O Caminho.

Japan #3

O Japão rural é uma fascinação minha muito antiga. Nesse Japão os mosteiros budistas têm um papel muito importante, agora como tiveram no passado. E é ao ler alguns manga históricos (Lone Wolf and Cub, por exemplo) e sobretudo o Kogaratsu, de Marc Michetz e Bosse.

Nota: Não inseri hiperligações por esta nova versão do WordPress ter ainda alguns problemas. Actualizarei este post logo que isso seja possível.

De regresso, um salto para a água…

MyOtherPlacesJapan2

Provavelmente uma água gelada, com uma figura distante e escura a vigiar…  Mais uma imagem, o regresso à tona, inspirada em A Balada do Mar Salgado, de Hugo Pratt.

My Other Places: Japan #1

Depois da quente Itália, das desilusões de Itália, a frieza do Japão…

MyOtherPlacesJapan#1

É outro país que me apaixona. Mas para além da distância, preocupa-me… a comida! A única vez que provei comida japonesa não gostei… Mas não foi no Japão, e desde que uma vez em Hamburgo comi um caldo verde num restaurante português que me soube a tudo menos a caldo verde…

Para além da cultura secular e tão diferente da cultura ocidental, fascina-me a ligação dessa cultura à natureza. Por isso, vamos lá imaginar como é o Japão!

Na última página do episódio Venice do My Other Places, a descoberta: é o desapego que afasta a mulher dos seus sonhos.

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Nesta página concentrei-me num dos muitos cantos bonitos de Veneza: a Ponte del Megio, na zona de San Polo. O gradeamento, a curva da ponte, o enquadramento… tudo torna esta ponte singular. Antes disso é uma imagem claustrofóbica, em que a cabeça sai fora dos limites da imagem como a personagem sai do sonho em que estava (Venice #5). E o poço, sempre presente.

Acabar de desenhar este episódio foi como acabar de ler um livro de que estava a gostar muito: quero acabar, porque isso significa avançar nas páginas, mas não quero acabar, porque a seguir é o vazio…

Terei que voltar a Veneza

My Other Places: Venice #5

Veneza, cidade de sonho e dos sonhos…

MyOtherPlacesVenice5

Roubei a ideia para esta página a uma página idêntica de Por Causa de uma Gaivota, de Hugo Pratt, em que Corto Maltese recorda várias situações (sobretudo de A Balada do Mar Salgado) antes de perder a memória e depois de ter levado um tiro.

My Other Places: Venice #4

A página #4 do episódio Venice do My Other Places é a página negra, o ponto mais baixo.

MyOtherPlacesVenice4

Os olhos apertados, um beco apertado e escuro, um gato preto…  e um poço. Em Veneza, os poços tinham grande importância, para o armazenamento de água. Normalmente estavam em pátios, e estes pátios tinham diversos pontos para onde escorra a água da chuva. Por baixo do pátio era colocada areia, que filtrava a água quando esta escorria para o poço. Daí as restrições de utilização, que ainda se vêm inscritas em alguns poços: não eram permitidos animais por perto, nem a lavagem dos próprios pátios.

My Other Places: Venice #3

A página #3 do episódio Venice do My Other Places é a página da desilusão.

MyOtherPlacesVenice3

Era ela! De certeza que era! Miles? Ups… Afinal a gôndola levava outra mulher… Igualmente bela, mas não a Miles

Esta página é simples, quase sem detalhe, centrada nas pessoas.

My Other Places: Venice #2

Veneza, a sereníssima…

MyOtherPlacesVenice2

À porta do Caffè Florian, um café fundado em 1720, aguardando que o tempo passe. Serenamente, provavelmente na Ponte della Paglia, observando a Ponte dei Sospiri, esse monumento à frustração (neste caso, dos prisioneiros, julgados no Palazzo Ducale e transportados depois para o edifício da prisão, perante a última vista do mundo real — mas de dentro da ponte não se vê quase nada para fora). E a seguir, uma surpresa, numa gôndola!

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